sábado, 11 de fevereiro de 2012

MARCHA CONTRA A CORRUPÇÃO!

Hartmut Kraft Profissão: Metalúrgico
A crítica se faz necessária devido aos desvios dos recursos públicos do seu verdadeiro destino, se perdendo recursos em aumentos dos salários de vereadores, o prefeito pode vetar esses abusos. Infelizmente esse situação de desvio tem o exemplo de Brasília, onde cai ministro como chove em Blumenau em tempo de enchente. A corrupção é como a enxurrada que leva tudo e fica o prejuízo para os cidadãos, não se iluda com promessas bonitas e discursos que vão resolver todos os problemas. Quando aqueles que deveriam resguardar a coisa pública não o faz, é o povo que vai as ruas reclamar e defender o patrimônio publico municipal, estadual e federal.

Grupo protestou contra aumento da passagem de ônibus em Blumenau, Santa Catarina. Foto: Jaime Batista da Silva/vc repórter


 Não podemos aceitar as privatizações como a única saída para os serviços públicos. O preço da passagem de ônibus aumenta com a falta de um serviço estatal de transporte público que não vise lucro. A privatização do esgoto é igual aos pedágios nas BR's em que começou com valores baixos e aos poucos aumentando. O esgoto como vai ter que ter lucro vai custar no mínimo 100% mais caro do que se fosse estatal. Essa privataria aparece como solução a serviço precarizado em merendas, transporte coletivo, aérea, esgoto etc. Mas termina se tornando uma verdadeira transferência de recursos públicos que melhor poderia ser aplicado, mas, não o que acontece é que está aumentando a dívida estatal, que necessita de auditoria e transparência. 





Os abusos em marketing em propagandas e viagens são gastos desnecessários que poderiam ser investidos nas prioridades que a cidade necessita de fato, como habitação que por sinal ficou muito cara. Enquanto isso a saúde, a educação e habitação ficam precárias. A câmara de vereadores podendo gastar 6% do orçamento municipal que em 2013 chegará em 1,3 bilhões é só fazer as contas. Será que a câmara de vereadores precisa de tanto dinheiro para fazer leis? É imoral e falta de ética o aumento de 35% nos salários dos vereadores. 


Ou ainda 60% do deputado daria 12 mil, em vez dos 7 mil. O deputados federais, ministros e a Dilma todos passam a receber R$ 26.723,13 a partir de 1º de fevereiro. será que merecem 149% de aumento. A Federalização da FURB, deve ser priorizada, assim como a segurança o governo do estado precisa efetivamente cumprir o seu papel. Os programas de governo federal não podem ser utilizados como forma de troca de favores, votos entre outras formas de fisiologismo. Dia 21 de abril será uma grande Marcha Nacional de Mobilização em defesa da ficha limpa, o projeto lei popular foram mais de 1 milhão de assinaturas, teremos na rua mais de 100 mil cidadãos indignados com toda essa situação dos fichas sujas em pune. Os Movimentos Sociais vem se mobilizando e tem como objetivo de uma contribuição didática pedagógica em sensibilizar sobre a cidadania que deve ser devolvida aos brasileiros em especial aos blumenauenses. 

Fontes das imagens: 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Bolsa família

 

É preciso observar que, assim como a América, o resultado das últimas eleições no Brasil faz do Nordeste um enclave de esquerda e/ou do populismo de esquerda. Nós já dissemos isto. Como pensa o ministro Delfim Neto, é incrível como o Brasil cresceu a taxas vergonhosas, irrisórias, nos últimos 12 anos. Para ele, se não se cercar de políticas compensatórias, tipo Bolsa Família, Agricultura Familiar e Luz Para Todos, enquanto não consegue gerar empregos, nenhum Governo (ou país?) resistirá muito tempo. Políticas compensatórias desse porte encravaram a esquerda no Nordeste, assim como na América Latina (vide o exemplo do México) talvez porque, como já dissemos em outro editorial, famintos não tomam conhecimento das leis de mercado. E não presenteiem a um sujeito com fome “O Capital”, de Karl Marx. Ele pode comer o livro. (Delfim Neto, 2006)

 Se joga em cima de quem recebe o beneficio o problema, a causa da pobreza...
 Várias então, são as hipóteses pelas quais um sujeito inserido na vulnerabilidade social, em espécie econômica, não frequenta as aulas. Obviamente, a família não pode perder um benefício que, humanamente é um direito seu enquanto excluída socialmente. Devem-se tomar outras medidas que venham a inserir novamente esses adolescentes e jovens na escola. Mas compensá-los o “mérito” de estar frequentando a escola com Bolsa-família, é gritante.
É importante ressaltar, conforme nos elucida Iamamoto (2007) que o ponto central de tais contradições encontra-se na integração entre grupos industriais monopolistas e as instituições financeiras (bancos, seguros privados, fundos mútuos, etc) visando à expansão dos lucros para o futuro, via especulação, em detrimento da aplicação no capital produtivo, acompanhada numa redução bruscas nos postos de trabalho. O capital financeiro, surgido dessa articulação, tornou-se paulatinamente o cerne do controle do conjunto da acumulação capitalista, tornando as “relações sociais entre o capital e o trabalho praticamente invisíveis” (XAVIER, 2008, apud IAMAMOTO, 2007, p. 21).

 O objetivo de nosso trabalho é apresentar uma análise sobre como, diante das novas
configurações da questão social, que produziram marcas profundas no mercado de
trabalho, os programas de transferência de renda aos cidadãos pobres, em espacial o
Programa Bolsa Família (PBF), acaba por servir como elementos de estímulo à reprodução
da pobreza ou ampliação do trabalho informal. Para tal apresentaremos o detalhamento do
desenvolvimento da pesquisa de iniciação científica vinculado ao projeto “As ‘Novas’
Expressões da Questão Social no Brasil Contemporâneo”, constando dos dados levantados
sobre o PBF, sua comparação com programas correlatos na América Latina e consideração
finais com apontamentos sobre a relação entre programas de transferência de renda e
mercado informal no Brasil.

 Em termos orçamentários e financeiros (da ordem de R$ 13,7 bilhões, com cerca de R$
12,4 milhões de famílias atendidas no território nacional) coloca em caso um grande
debate, visto por setores da sociedade como uma intervenção negativa do Estado que com
a concessão de benefícios impede as pessoas de buscarem alternativas para se autosustentarem
e por outro, é visto como instrumento para realização de direitos humanos
como o da alimentação e nesse caso seria criticado no que se refere aos seus
condicionantes.
Fonte:
http://rudineiaugusti.blogspot.com/2010/01/politica-compensatoria-ou-fracasso.html
 http://www.jornalpequeno.com.br/2006/12/5/Pagina46707.htm Delfim Neto, 2006.
 http://www.estudosdotrabalho.org/anais-vii-7-seminario-trabalho-ret-2010/Ana_Paula_Xavier_e_Silene_de_Moraes_Freire_trabalho_%20e_polticas_compensatorias_no_brasil_um_debate_necessario.pdfTRABALHO E POLÍTICAS COMPENSATÓRIAS NO BRASIL: UM DEBATE NECESSÁRIOAna Paula Xavier, Graduanda em Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de
Janeiro (UERJ), e bolsista de Iniciação Científica UERJ (2007/2008).
Dra. Silene de Moraes Freire, Professora adjunta da Faculdade de Serviço Social UERJ,
Procientista e Coordenadora do Programa de Estudos de América Latina e Caribe
(PROEALC) e da Pós-graduação em Serviço Social da UERJ

politicas compensatorias

(...) politicas compensatórias, deve-se pensar essa questao dentro desse quadro de diferenciaçao, de protecionismo. Talvez, o mais certo seja pensar a questao das politicas compensatorias, a partir da ideia de sustentabilidade. Por ser uma ideia nova, e que e justamente sair da ideia da proteçao para a ideia de dar sustentaçao. Essa ideia de sustentabilidade, talvez, incentive as pessoas a pensar uma outra maneira de tratar a politica compensatoria, que não so de proteçao, mas que sao condiçoes essenciais para voce dar sustentabilidade a certos grupos sociais. (PETRINA, 1993).

A sociedade organizada só pode ser pensada como independente do estado, portan-to organizada de forma autônoma. Se o estado organiza a sociedade, pode-se estarfrente a experiências de tendência autoritárias ou até totalitárias. Se isto é verdade, eparece ser na maioria das vezes, existe aqui um problema de difícil solução, pois oestado age de forma assistencialista porque a sociedade é desorganizada, esta se man-tém desorganizada porque não tem condições de superar sua condição de excluída. A solução de primeiro alimentar para depois tratar da participação já deu provas históri-cas, inequívocas, de sua fragilidade. Daí a questão: se os setores excluídos e marginaisnão têm força para se organizar, qual é o papel que o estado tem a desempenhar?Parece-me que a simples atuação como provedor está longe de responder às necessida-des de superação das injustiças sociais. (PINTO, 2003).

Fonte:

http://base.d-p-h.info/fr/fiches/premierdph/fiche-premierdph-287.html

A questao da harmonizaçao, o papel do Estado e as politicas compensatorias no MERCOSUL

(L’harmonisation, le rôle de l’Etat et les politiques compensatoires dans le MERCOSUL)

Clàudia PETRINA

05 / 1993

 http://pt.scribd.com/doc/50815146/Politicas-Compensatorias-e-Cotas-no-Brasil



REVISTA PSICOLOGIA POLÍTICA

PINTO, C. R. J.

(2003). Políticas Compensatórias e Cotas no Brasil: Onde Realmente Estão os Problemas?

Políticas Compensatórias e Cotas no Brasil:Onde Realmente Estão os Problemas?

* Professora do Departamento deCiência Política da UniversidadeFederal do Rio Grande do SulDoutora em Ciência Política pelaUniversidade de Essex - Inglaterra

PINTO, C. R. J.

( 2003). PolíticasCompensatórias e Cotas noBrasil: Onde RealmenteEstão os Problemas?

Psicologia Política,

3(5), 39-54.

Céli Regina Jardim Pinto 2003.

Reutilizar mais o lixo, sensibilizar mais sobre a coleta seletiva...



Blumenau ainda precisa ampliar a estrutura de coleta de lixo para atingir as metas previstas na Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em vigor desde 1º de janeiro deste ano. Especialmente no que diz respeito à coleta de lixo reciclável. Hoje, oito caminhões recolhem por mês 300 toneladas de lixo seletivo em 2 mil ruas do município. Com a implantação da lei, a cidade terá de atender 4,3 mil ruas da cidade para recolher 2 mil toneladas de resíduos reaproveitáveis.
O desafio também será diminuir a quantidade de resíduos: 6,3 mil toneladas por mês, que vão parar no aterro. Principalmente porque 30% desse lixo — cerca de 2 mil toneladas — são materiais que poderiam ser reaproveitados.
Para ampliar a estrutura e melhorar a coleta, o Samae pretende atacar em duas frentes. Primeiro, elaborar um projeto para conseguir recursos que serão investidos na compra de mais caminhões, galpões e equipamentos, e expansão da estrutura para abrigar mais coletores. A intenção é tentar investimentos junto ao Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ou de algum ministério.
Na outra ponta está a educação ambiental, que deverá ser mais disseminada pela cidade. O primeiro passo será informar a população sobre a lei através da conta de água, na qual é cobrada a taxa do lixo. Também deve ser preparada uma campanha de conscientização.
- Veja o calendário da coleta seletiva na cidade:
Os caminhões da coleta seletiva trabalham das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira
Segunda-feira: Transversais leste e oeste da Rua Amazonas; Alameda Rio Branco e transversais; Hermann Huscher e tranversais; Rua da Glória e transversais; Progresso, Jordão e transversais
Terça-feira: Rua Francisco Vahldieck e tranversais; Hermann Tribess e transversais; transversais norte e sul da Rua Udo Deeke; Rua São Paulo e transversais; Bairro Boa Vista; Rua Bahia e transversais até a Ponte do Salto
Quarta-feira: Bairro Vila Nova; transversais norte e sul da Rua Regente Feijó; Rua Benjamin Constant e transversais; Rua 2 de Setembro; Rua Henrique Reif e transversais; Rua Água Branca; Rua Frei Estanislau Schaette e transversais; Bairro Itoupava Norte
Quinta-feira: Rua Itajaí; transversais da Rua Petrópolis; Rua Bruno Hering e tranversais; Rua Gustavo Zimmermann e transversais; Bairro Ponta Aguda e Rua das Missões; Rua João Pessoa e transversais; Rua Pedro Zimmermann e tranversais
Sexta-feira: Bairro Fidélis; Rua General Osório e transversais; Rua dos Caçadores e transversais; Rua Governador Jorge Lacerda e tranversais; Bairro Passo Manso; Rua Bahia e Bairro Itoupavazinha



Fonte:

 http://biologiafurb.blogspot.com/2011/01/blumenau-vs-lixo-onde-tudo-vai-parar.html

"Blumenau vs. Lixo" - Onde tudo vai parar?

Carlito L. Jorge Oliveira, Publicado no Jornal de Santa Catarina no dia 10 de janeiro de 2011:

RESOLUÇÃO Nº 23.370

 1º Ao postulante a candidatura a cargo eletivo, é permitida a realização, na quinzena anterior à escolha pelo partido político, de propaganda intrapartidária com vista à indicação de seu nome, inclusive mediante a fixação de faixas e cartazes em local próximo da convenção, com mensagem aos convencionais, vedado o uso de rádio, televisão e outdoor (Lei nº 9.504/97, art. 36, § 1º).


I – a participação de filiados a partidos políticos ou de pré-candidatos em entrevistas, programas, encontros ou debates no rádio, na televisão e na internet, inclusive com a exposição de plataformas e projetos políticos, desde que não haja pedido de votos, observado pelas emissoras de rádio e de televisão o dever de conferir tratamento isonômico;

III – a realização de prévias partidárias e sua divulgação pelos instrumentos de comunicação intrapartidária; ou
IV – a divulgação de atos de parlamentares e debates legislativos, desde que não se mencione a possível candidatura, ou se faça pedido de votos ou de apoio eleitoral.

 Fonte:
http://s.conjur.com.br/dl/resolucao-tse-propaganda-distribuicao.pdf