A tentativa em unificar a esquerda em um partido é algo difícil no século XXI, a unificação de vários partidos de esquerda é outra dificuldade. Ela ocorre nacionalmente, quando a legislação brasileira abre espaço para alianças regionais diferenciadas se perde o sentido de unificação do próprio partido.
A direita no poder com discurso de esquerda e algumas ações sociais que habilita por algum tempo como sendo de esquerda, mas com muitas ações que os denunciam como direita em volumosos recursos em privatizações, especulações de banqueiros e em financiamentos de campanha como retorno.
Praticas imorais e sem ética, do toma lá dá cá, fisiologismo, clientelismo e populismo brasileiro aprofundando a dívida estatal e colocando em risco o futuro do país.
Talvez o próprio continuum esquerda-direita como referencial para a análise possa perder parte de seu poder preditivo do comportamento dos partidos e seus membros; é possível também que este continuum ainda mantenha sua utilidade, mas a classificação dos partidos que tem predominado até agora talvez tenha que ser repensada, especialmente com o eventual crescimento de partidos como o P-SOL e o PSTU (CORREIRÃO, P. 159, 2006).
O PSOL surge como algo novo, o que Davi foi para o povo. Os nossos filiados, militantes e candidatos. São todos novos, em uma nova estrutura que de inicio parece difícil de conceber, mas que já tem seis anos e vai para o sétimo ano de existência.
Por mais que o PSOL, PSTU, PCO e o PCB lutem para serem de esquerda vai ter alguma aliança, algum filiado e ou militante que busque um caminho mais fácil.
Os exemplos de Luciana Genro na última eleição municipal com os R$ 100.000,00 (cem mil reais) doados pela gerdau. E a aliança com PV tanto no Rio Grande do Sul. O senador Randolfo Rodrigues (PSOL - AP) para se eleger fez alianças com PTB. Assim como outras alianças com outros partidos regionalmente além da aliança em 2006 com PSTU e PCB com Heloisa Helena candidata a presidente do Brasil em um sacrifício pessoal.
Provocou racha em 2008, em que Heloisa Helena se lança regionalmente não se sacrificando como candidata a Presidenta, surge Plínio de Arruda Sampaio (PSOL - SP); José Maria (PSTU - MG) e Ivan Pinheiro (PCB).
A história desde a antiguidade com conjunturas diferentes mas podemos fazer analogias da situação em que se encontra-se a esquerda, o povo precisando de verdadeiros revolucionários, para melhorar a situação da pobreza, perdas de direitos sociais.
Mas como os políticos estão desacreditados, em ideologias em que todos são iguais, se coloca na vala comum.
O PSOL surge como algo novo, o que Davi foi para o povo. Os nossos filiados, militantes e candidatos. São todos novos, em uma nova estrutura que de inicio parece difícil de conceber, mas que já tem seis anos e vai para o sétimo ano de existência.
Por mais que o PSOL, PSTU, PCO e o PCB lutem para serem de esquerda vai ter alguma aliança, algum filiado e ou militante que busque um caminho mais fácil.
Os exemplos de Luciana Genro na última eleição municipal com os R$ 100.000,00 (cem mil reais) doados pela gerdau. E a aliança com PV tanto no Rio Grande do Sul. O senador Randolfo Rodrigues (PSOL - AP) para se eleger fez alianças com PTB. Assim como outras alianças com outros partidos regionalmente além da aliança em 2006 com PSTU e PCB com Heloisa Helena candidata a presidente do Brasil em um sacrifício pessoal.
Provocou racha em 2008, em que Heloisa Helena se lança regionalmente não se sacrificando como candidata a Presidenta, surge Plínio de Arruda Sampaio (PSOL - SP); José Maria (PSTU - MG) e Ivan Pinheiro (PCB).
A história desde a antiguidade com conjunturas diferentes mas podemos fazer analogias da situação em que se encontra-se a esquerda, o povo precisando de verdadeiros revolucionários, para melhorar a situação da pobreza, perdas de direitos sociais.
Mas como os políticos estão desacreditados, em ideologias em que todos são iguais, se coloca na vala comum.
Observar a diferença a partir de quem é do povo e quem não é, uma tarefa coletiva difícil, mas necessária...
19. E Israel se revoltou contra a casa de Davi, até o dia de hoje. 20. Ao saber que Jeroboão tinha voltado, mandaram chamá-lo para a assembléia, e o proclamaram rei sobre todo o Israel. Somente a tribo de Judá seguiu a casa de Davi.
21. Roboão foi para Jerusalém e reuniu toda a casa de Judá e a tribo de Benjamim: cento e oitenta mil guerreiros. Era para lutar contra a casa de Israel e restituir o reino a Roboão, filho de Salomão.
22. Então a palavra de Deus foi dirigida a Semeías, homem de Deus:
23. "Diga a Roboão, filho de Salomão, rei de Judá, a toda a casa de Judá e de Benjamim, e ao resto do povo:
24. 'Assim diz Javé: Não subam para lutar contra seus irmãos israelitas. Volte cada um para a sua casa, porque tudo o que aconteceu foi por minha decisão' ". Eles obedeceram à palavra de Javé e regressaram, conforme a palavra de Javé.
NOVA IDENTIDADE POLÍTICO-RELIGIOSA
25. Jeroboão fortificou Siquém, na região montanhosa de Efraim, e aí residiu. Depois saiu daí e fortificou Fanuel.
26. Jeroboão pensou: "Agora o reino poderá voltar para a casa de Davi.
27. Se este povo for oferecer sacrifícios no Templo de Javé em Jerusalém, o seu coração se voltará para o seu senhor Roboão, rei de Judá. Eles acabarão me matando e voltando para Roboão, rei de Judá".
28. Então Jeroboão teve a idéia de fazer dois bezerros de ouro. E disse ao povo: "Vocês já foram demais a Jerusalém. Israel, aqui está o seu Deus, aquele que tirou você da terra do Egito".
29. Colocou um dos bezerros em Betel e instalou o outro em Dã. Isso foi causa de pecado.
30. O povo foi em procissão diante do bezerro até Dã.
31. Jeroboão fez santuários nos lugares altos, e estabeleceu como sacerdotes pessoas tiradas do povo, que não eram levitas.
32. Jeroboão celebrou também uma festa no dia quinze do oitavo mês, como se celebrava em Judá, e subiu ao altar. Fez isso em Betel, para oferecer sacrifícios aos bezerros que tinha fabricado, e estabeleceu em Betel sacerdotes dos lugares altos que ele mesmo havia instituído.
33. Subiu ao altar que tinha feito em Betel no dia quinze do oitavo mês, data que escolheu arbitrariamente. Ele instituiu uma festa para os israelitas e subiu ao altar para queimar incenso (I Reis 12)
Fontes:
I Reis 12 REVOLTA APROVADA POR JAVÉ
http://st-takla.org/Bibles/Portuguese-Bible/01-Antigo-Testamento/11-i-reis.html acesso 26 de dezembro de 2011.
CORREIRÃO,Yan de Souza Ideologia e partidos políticos: um estudo sobre coligações em Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina, OPINIÃO PÚBLICA, Campinas, vol. 12, nº 1, Abril/Maio, 2006.
http://www.scielo.br/pdf/op/v12n1/29401.pdf acesso 26 de dezembro de 2011.


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